O cenário de preocupação entre servidores concursados e contratados de Gonçalves Dias tem se agravado com o atraso salarial e a falta de uma previsão oficial de pagamento pela prefeita Suane Dias. Em um momento em que muitos trabalhadores já enfrentam dificuldades para manter despesas básicas, o silêncio do SINTESPEM sindicato que historicamente atuou de forma ativa nas cobranças trabalhistas chama atenção e levanta questionamentos.
Em administrações anteriores, era comum ver representantes do SINTESPEM mobilizando categorias, realizando assembleias e cobrando publicamente soluções para impasses envolvendo direitos dos servidores. Hoje, no entanto, diante de um dos momentos mais delicados para a classe, a ausência de manifestações ou notas públicas tem causado estranhamento.
Possível omissão do sindicato
Para muitos trabalhadores, a postura atual do SINTESPEM soa como uma possível omissão. Não há convocações, reuniões, comunicados ou qualquer ação pública referente ao atraso salarial. A mudança de comportamento levanta dúvidas importantes:
Por que o sindicato, tão atuante em gestões anteriores, agora mantém silêncio?
Por que não há cobranças formais à Prefeitura pela regularização dos vencimentos?
O que estaria acontecendo internamente na entidade para justificar essa falta de posicionamento?
Até o momento, não houve pronunciamento oficial do SINTESPEM sobre o caso.
Impacto direto na vida dos servidores e no comércio
Enquanto aguardam respostas, os servidores lidam com dias de incerteza e preocupação. A falta de pagamento já provoca reflexos no comércio local, que registra quedas nas vendas e redução no fluxo de clientes, um efeito dominó que afeta toda a economia do município.
Expectativa por respostas e soluções
Com o fim de ano se aproximando, cresce a expectativa por uma definição. Os trabalhadores esperam tanto a regularização dos salários por parte da gestão da prefeita Suane Dias, quanto um posicionamento firme e transparente do SINTESPEM.
O que deveria ser um período de celebração e tranquilidade se transformou em semanas de apreensão para centenas de famílias que dependem desses recursos para cumprir compromissos básicos.
A população aguarda que, nos próximos dias, as autoridades e o sindicato assumam o protagonismo que o momento exige.