A oposição de Caxias voltou a provar um gosto amargo: o da frustração. Depois de meses tentando, a todo custo, derrubar na Justiça aquilo que o povo escolheu nas urnas, mais uma vez a tentativa se encerra com derrota.
O Ministério Público Eleitoral foi categórico ao analisar a AIJE movida pela oposição: Clique aqui e veja a sentença completa ../../uploads/img/0600482-59.2024.6.10.0004%20(1).pdf
Não há prova robusta capaz de configurar abuso de poder político, como exige o art. 22 da LC 64/90;
Conclusão pela improcedência da ação.
Ou seja: nada do que apresentaram convenceu. A Justiça Eleitoral também foi clara , não existiram provas de que o prefeito utilizou servidores, cargos públicos ou a máquina administrativa para favorecer eleitoralmente seu sobrinho, então candidato.
As postagens que serviram de “base” para a acusação:
Eram institucionais, típicas de uma gestão em andamento;
Estavam em perfis pessoais, não políticos;
Não pediam voto;
Não apresentavam qualquer ordem superior para uso político.
Diante disso, o entendimento foi óbvio: não houve abuso de poder.
Resultado final: processo improcedente e nenhuma penalidade aplicada.
E agora, Paulo Marinho Jr.?
A vontade do povo prevaleceu. A oposição nadou, nadou… e morreu na praia.
Paulo Marinho Jr. tenta há anos conquistar pela Justiça o que não conquista nas ruas, apoio popular. Agora, terá que amargar mais uma derrota.
A população já mostrou de que lado está.
E a Justiça confirma: o que nasce da mentira não sobrevive à verdade.