Nos últimos meses, o cenário político em Governador Eugênio Barros tem vivido uma crise profunda no grupo do atual prefeito Chiquinho do Banco, marcada por rupturas internas, promessas não cumpridas e incapacidade de manter suas alianças unidas. Enquanto isso, o ex-prefeito e pré-candidato a deputado federal Dr. Orlando Arouche consolida sua imagem como uma liderança forte e respeitada em toda a região, em contraste com a desorganização que hoje permeia a gestão de Chiquinho.
Segundo relatos de bastidores políticos, a crise no grupo do prefeito tem sido fruto de decisões intempestivas e de um estilo de liderança inconsistente, que vem gerando desgaste junto a aliados importantes. Ao invés de construir uma base política coesa, Chiquinho do Banco tem assistido a rompimentos e demissões de quadros estratégicos, enfraquecendo sua própria governabilidade e criando um ambiente de incerteza e frustração entre apoiadores locais.
Esse quadro de instabilidade política evidencia uma incapacidade de manter compromissos firmados, o que tem gerado desconfiança até mesmo entre aqueles que inicialmente confiaram em sua palavra. Ao contrário de líderes que valorizam diálogo permanente e coerência de objetivos, o grupo de Chiquinho parece hoje preso a rupturas que mais afastam do que agregam forças para a disputa eleitoral de 2026.
Enquanto isso, Dr. Orlando segue ampliando seu leque de apoios, reafirmando compromissos com lideranças comunitárias e vereadores, além de construir um discurso político pautado em respeito, compromisso com as pessoas e coerência, características que o têm colocado em posição de destaque em toda a região.
Analistas políticos ouvidos pela reportagem ressaltam que a crise no grupo de Chiquinho do Banco não é apenas uma questão de disputas internas, mas reflete deficiências de articulação e compromisso político, que podem comprometer seriamente qualquer projeto eleitoral futuro se não forem revertidas. A incapacidade de manter sua palavra diante de aliados e simpatizantes amplia o sentimento de instabilidade e fragiliza a confiança depositada por eleitores e correligionários.