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14/03/2026
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Almeida Adilino denuncia Claudiana do Arudá por suposta função fantasma e chama Fernanda Bacelar de “ex-prefeita ficha suja” em críticas à gestão de Kedson Lima

Atualizado 14/03/2026 12:42
Fonte: REDAÇÃO NOTÍCIA DO ESTADO
Aldeias Altas

Durante a última sessão da Câmara Municipal de Aldeias Altas, o vereador Almeida Adilino utilizou o grande expediente para fazer uma série de críticas e denúncias envolvendo figuras da política local. O discurso, marcado por declarações contundentes, levantou suspeitas sobre possíveis irregularidades dentro da estrutura da administração pública municipal.

 

 

 

Em sua fala, o parlamentar também direcionou críticas à ex-prefeita Fernanda Bacelar, a quem chamou de “ex-prefeita ficha suja” e “derrotada nas urnas”. A declaração ocorreu em meio a críticas políticas e ao clima de disputa que ainda marca o cenário político do município.

No entanto, a acusação mais grave feita pelo vereador foi direcionada à colega de parlamento Claudiana do Arudá. Segundo Almeida Adilino, a vereadora estava lotada em uma escola da rede municipal de ensino, recebeu aproximadamente R$ 2.700 mensais, mesmo sem exercer as atividades no local.

De acordo com o vereador, Claudiana estaria formalmente vinculada à unidade escolar, mas nunca teria comparecido para cumprir suas funções, o que, segundo ele, caracterizaria um caso de funcionária fantasma dentro da administração pública. Durante o pronunciamento, Almeida classificou a situação como “uma vergonha” e afirmou que casos desse tipo prejudicam a imagem da gestão pública e levantam dúvidas sobre a fiscalização do serviço público municipal.

A denúncia feita em plenário também reacende um debate que já vem sendo levantado em outras ocasiões envolvendo a gestão do prefeito Kedson Lima. Nos últimos anos, diferentes denúncias e questionamentos surgiram na cidade envolvendo pessoas que estariam recebendo recursos públicos sem exercer efetivamente suas funções.

Um dos casos que ganhou repercussão anteriormente envolve o repórter Giomar Teixeira Góes. Segundo denúncias divulgadas na época, ele estaria lotado como servidor em uma escola do município, mas não exerceria a função no local. Na prática, atuaria como comunicador e divulgador das ações da gestão municipal.

Outro episódio que também gerou questionamentos por parte da população foi o caso da primeira-dama Francisca Leite. Reportagens apontaram que ela teria recebido mais de R$ 240 mil em recursos do FUNDEB entre os anos de 2024 e 2025, o que levantou dúvidas na população sobre o efetivo exercício da função vinculada ao pagamento.

Diante desse histórico de denúncias e questionamentos, as declarações feitas pelo vereador durante a sessão voltam a colocar em debate a necessidade de maior transparência na gestão de cargos públicos e na aplicação de recursos da educação, especialmente quando se trata de verbas vinculadas ao FUNDEB.

Até o momento, não houve manifestação oficial da Prefeitura de Aldeias Altas nem das pessoas citadas nas acusações feitas em plenário. Também não foi informado se as denúncias apresentadas pelo vereador serão encaminhadas formalmente aos órgãos de controle, como o Ministério Público.

Enquanto isso, o caso segue repercutindo no meio político e entre a população do município, que cobra esclarecimentos sobre as denúncias apresentadas durante a sessão legislativa.

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