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14/08/2026
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Ameaça com mísseis portáteis levou Trump a deixar Turquia em operação sigilosa

Atualizado 14/08/2026 12:09
Fonte: REDAÇÃO NOTÍCIA DO ESTADO
Internacional

Uma operação de segurança conduzida pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos colocou o presidente Donald Trump no centro de uma das ações mais sigilosas de sua trajetória política recente. Informações divulgadas pela imprensa norte-americana apontam que uma ameaça envolvendo mísseis portáteis teria motivado uma mudança de aeronave durante sua saída da Turquia, após compromissos internacionais realizados no país.

De acordo com os relatos, agências de inteligência identificaram indícios de que um grupo ligado ao Irã poderia estar em posse de armamentos do tipo MANPADS, sigla em inglês para sistemas portáteis de defesa aérea. Esses equipamentos são operados por uma única pessoa e possuem capacidade de atingir aeronaves voando em baixa altitude, sendo considerados uma das principais ameaças para aviões em fases de decolagem e pouso.

Diante da possibilidade de um ataque, o Serviço Secreto americano decidiu agir rapidamente. Trump teria deixado o aeroporto por meio de uma operação discreta, embarcando em uma aeronave menor e menos identificável. Enquanto isso, o Air Force One seguiu uma rota separada, funcionando como uma espécie de distração para ocultar os movimentos do presidente.

Especialistas em segurança explicam que os MANPADS são armas relativamente compactas, capazes de serem transportadas por uma única pessoa. O sistema utiliza sensores infravermelhos para localizar o calor emitido pelos motores das aeronaves, aumentando a precisão do disparo. Por essa característica, esses armamentos são vistos como um risco significativo para voos presidenciais e militares.

Embora nenhuma tentativa de ataque tenha sido registrada, a ameaça foi considerada suficientemente séria para justificar a adoção de medidas extraordinárias. O episódio também ocorre em um momento de tensão entre Washington e Teerã, marcado por disputas políticas e militares que elevaram o nível de alerta das autoridades norte-americanas.

A revelação da operação gerou debates nos Estados Unidos sobre os protocolos de segurança adotados para proteger o presidente e sobre os riscos enfrentados por integrantes da comitiva oficial e profissionais da imprensa que permaneceram na aeronave principal sem conhecimento da estratégia utilizada

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