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16/04/2026
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Vereadores da base votam contra aumento de 10% para professores e decisão gera repercussão

Atualizado 16/04/2026 15:28
Fonte: REDAÇÃO NOTÍCIA DO ESTADO
Aldeias Altas

A votação que rejeitou o aumento de 10% no salário dos professores movimentou a última sessão da Câmara Municipal e gerou forte repercussão entre profissionais da educação e a população. Os vereadores da base do prefeito Kedson Lima, Fernanda Bacelar, Claudiana do Arudar, Chico Velho, Jerlan Costa e Gilson do Garimpeiro, votaram contra a proposta, alinhando-se ao veto do Executivo.

O projeto havia sido barrado pelo prefeito sob a justificativa de que o município não teria condições financeiras de arcar com o reajuste. Durante a sessão, esse argumento foi reforçado por aliados da gestão, que defenderam a necessidade de equilíbrio fiscal.

No entanto, a decisão foi alvo de críticas. Um dos pontos que mais chamou a atenção foi o posicionamento do vereador Chico Velho, que é professor. Para muitos, a expectativa era de que ele votasse favoravelmente ao aumento, justamente por vivenciar de perto a realidade da categoria. O voto contrário gerou questionamentos sobre coerência e representatividade, especialmente pelo fato de que é professor e poderia apoiar a classe acabou decepcionando ao não votar a favor de quem sempre está na sala de aula lutando para transformar vidas de muitas pessoas.

Outro aspecto levantado durante os debates foi a alegação de que, enquanto a gestão afirma não ter recursos para o reajuste dos professores, haveria gastos com comunicação institucional pagos com recursos da educação. A situação intensificou as críticas e ampliou o debate sobre prioridades na aplicação dos recursos públicos.

Por outro lado, o grupo conhecido como “G6”, formado pelos vereadores Almeida Adilino, Daniel do Véi Zé, Gisele Amorim, Luciano dos Santos, Ivaldo Ximenes e Reneia Ferreira, votou a favor do aumento, posicionando-se em apoio aos professores de Aldeias Altas e reforçando o discurso de valorização da categoria.

A votação evidencia o clima de tensão entre a categoria dos professores e a gestão municipal, além de reforçar o papel da Câmara nas decisões que impactam diretamente o funcionalismo público. O tema deve continuar em pauta nas próximas sessões, com possibilidade de novos desdobramentos.

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