Entidades ligadas ao mercado de apostas esportivas e jogos online recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar uma medida provisória que estabelece a proibição das apostas de quota fixa em território nacional.

As organizações argumentam que a medida pode provocar impactos econômicos significativos, incluindo redução da arrecadação tributária e reflexos em programas financiados com recursos provenientes do setor. Outro ponto levantado pelas entidades é a possibilidade de crescimento de plataformas clandestinas, fora do alcance da fiscalização oficial.
Por outro lado, defensores da medida sustentam que a restrição busca combater problemas associados ao jogo excessivo, além de ampliar mecanismos de proteção ao consumidor.
Agora, caberá ao STF analisar os argumentos apresentados e decidir sobre os pedidos relacionados à suspensão da medida. O debate promete mobilizar representantes do governo, especialistas, empresas e entidades da sociedade civil nos próximos meses.