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23/06/2026
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Polícia prende suspeitos de participação no assassinato de ex-vereador de Dom Pedro

Atualizado 23/06/2026 19:47
Fonte: G1 MA
Maranhão

Os dois suspeitos de participação no assassinato do ex-vereador e empresário Farys Miguel, de Dom Pedro, foram presos nesta terça-feira (23) no município de Codó, a 290 km de São Luís. A prisão foi realizada por equipes do 17º Batalhão da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).

De acordo com a polícia, os suspeitos estavam saindo de uma residência em um carro com indícios de clonagem. Com eles, os policiais apreenderam uma pistola. Segundo as investigações e informações repassadas pela Polícia Militar, os dois fazem parte de um grupo de pistoleiros que atua na região leste do estado.

Farys Miguel, de 46 anos, exerceu quatro mandatos como vereador de Dom Pedro e chegou a presidir a Câmara Municipal. Ele foi assassinado no dia 27 de abril deste ano.

Os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó, onde passam pelos procedimentos legais. A expectativa é que eles também contribuam para o aprofundamento das investigações e para o esclarecimento das circunstâncias do crime.

Entenda o caso

 O ex-vereador de Dom Pedro, Farys Miguel Lopes da Silva, de 46 anos, foi morto a tiros nessa segunda-feira (27), no interior do Maranhão. Ele era filho do ex-deputado estadual Edilson Peixoto, assassinado em 2013 em circunstâncias semelhantes. Nos dois crimes, as vítimas foram atacadas por dois homens em uma motocicleta.

Após a morte do pai, em 2013, Farys Miguel, então vereador do município, afirmou em entrevista à TV Mirante que vinha sofrendo ameaças de morte depois de denunciar o crime à polícia. Ele disse que temia pela segurança. O g1 questionou a Polícia Civil sobre possível ligação entre os casos e aguarda resposta.

O ex-deputado estadual Edílson Peixoto, pai de Farys Miguel, foi morto a tiros em 25 de julho de 2013 após ser atacado por dois homens em uma motocicleta, que dispararam ao menos nove vezes com pistola calibre 9 milímetros. Na época, a Polícia Civil classificou o crime como execução.

 
 
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