Daniel Barros levou à Justiça uma acusação contra a secretária Marcela Ramos, afirmando que ela teria produzido e divulgado conteúdos ofensivos e informações falsas sobre ele e Thaís Coutinho.

Mas o desfecho da ação trouxe uma reviravolta: a queixa contra Marcela foi rejeitada pela Justiça.
Ao analisar o processo, o juiz constatou que as procurações apresentadas por Daniel Barros e Thaís Coutinho eram falsas. E, depois que o Ministério Público já havia alertado sobre as irregularidades, os advogados apresentaram novas procurações.

Foi aí que a situação ficou ainda mais grave. Segundo a sentença, havia indícios de que assinaturas foram recortadas e reutilizadas nos novos documentos, indicando a falsificação de documentos.
A ironia é evidente: quem acusava a secretária, Marcela Ramos de fake news agora vê os documentos utilizados para sustentar a acusação serem enviados ao Ministério Público para investigação de possíveis falsificação e uso de documento adulterado.
O juiz também determinou o encaminhamento do caso à OAB/MA, para apuração da atuação dos advogados envolvidos.
No final, a secretária de comunicação, Marcela Ramos, não teve a queixa aceita contra ela. A ação apresentada por Daniel Barros foi rejeitada, enquanto os documentos apresentados por seus representantes passaram a ser objeto de investigação.
Ao que tudo indica “aventuras jurídicas” foram produzidas por Daniel Barros, que é advogado e por sua equipe jurídica.