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12/10/2026
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Kedson Lima tentou dançar em dois palcos, mas parece que errou a coreografia

Atualizado 12/10/2026 14:59
Fonte: REDAÇÃO NOTÍCIA DO ESTADO
Maranhão

Rapaz, o prefeito Kedson Lima gosta tanto de uma dancinha que resolveu inovar na política maranhense: tentou dançar em dois palcos ao mesmo tempo. O problema é que, dessa vez, parece que o homem tropeçou nos próprios passos!

Na eleição, Kedson resolveu acender uma vela para Deus e outra para o diabo. De um lado, Orleans Brandão; do outro, Eduardo Braide, que contou com o apoio de sua sucessora política, Fernanda Bacelar. Pelo visto, o prefeito queria garantir a boquinha independentemente de quem levasse a melhor na disputa pelo Governo do Maranhão. É aquela velha estratégia: se um ganhar, estou dentro; se o outro ganhar, também estou! Haja malabarismo!

Só esqueceram de avisar ao nosso dançarino que política não é salão de festas, e que, nos bastidores, até os passos mais discretos deixam pegadas. A movimentação teria chegado aos ouvidos do grupo de Orleans. E agora, prefeito? Será que a coreografia foi ensaiada demais ou faltou combinar com os outros dançarinos?

Mas calma, que o espetáculo tem segundo ato!

Quase oito horas da noite, lá estava o prefeito na MA que liga Caxias a Aldeias Altas, acompanhando o serviço de tapar buracos em uma rodovia cuja manutenção cabe, em regra, ao Governo do Estado. O homem resolveu entrar em cena justamente quando a estrada virou palco. Foi uma vontade de trabalhar tão repentina que até o relógio deve ter estranhado!

E fica a pergunta: se a estrada precisava de atenção, por que não transformar essa preocupação em uma ação permanente, com diálogo institucional e cobrança ao Governo do Estado? Precisava mesmo de mais um showzinho para as câmeras? Porque, convenhamos, buraco não se tapa com dancinha, muito menos com discurso bonito.

Kedson fala tanto em lealdade que, se cada discurso rendesse um passo de dança, já teria coreografia para o ano inteiro. Mas, na política, não basta falar em fidelidade: é preciso demonstrá-la nas atitudes. E quando o sujeito parece querer agradar a todo mundo ao mesmo tempo, acaba correndo o risco de não convencer ninguém.

O prefeito quis garantir lugar em dois camarins, mas pode acabar descobrindo que, na política, nem todo mundo aplaude quem tenta dançar conforme a música de cada grupo.

Agora, caro leitor, prepare a pipoca, porque a pergunta que fica é simples: Kedson ainda está comandando a dança ou já virou aquele dançarino que perdeu o ritmo, esqueceu os passos e continua sorrindo para fingir que está tudo certo?

E você, ex-aliado que conhece os bastidores, sabe muito bem que, nessa política, tem gente que fala tanto em lealdade que acaba fazendo a gente desconfiar até da música que escolheu para dançar!

 
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